
Aos 4 anos, a mãe de Hadwin apanhava-o fazendo desenhos enquanto dormia, com carvão, porosas e lápis, o que estivesse à mão. Era o início que, embora básico (de acordo com a idade), ficava expresso nas paredes da sua casa. Mais tarde, seria em mesas, roupas e jornais usados. Por volta dos seus 20 anos, os seus “trabalhos noturnos” passaram a ganhar maior detalhe e profundidade. Hadwin deitava-se, nessa altura, com material de desenho ao lado, na esperança de acordar com mais trabalhos feitos.
O “artista do sono”, como é conhecido, nasceu em 1974, é de North Wales, Grã-Bretanha, e é enfermeiro. Gosta de ver filmes, viajar pelo mundo e divertir-se. Também se interessa pelo cosmos espacial, pelo universo, em geral, e pelas matérias de ordem espiritual. Apoia ações de caridade como as da organização social “Missing People”.
Nunca se interessou por arte nem desenvolveu essa feição, não tem um talento artístico particular e nunca conseguiu reproduzir alguma obra acordado. Apesar de ser um caso curioso, para o director do “Sleep Center”, de Edimburgo, “as pessoas fazem coisas esttranhas enquanto dormem”. Alguns fazem sexo enquanto dormem, comem durante a noite sem acordarem e até conduzem veículos. Alguns dos terapeutas interessados explicam este fenomeno como sendo um sinal de um trauma mental. Sabe-se que Hadwin perdeu 5 pessoas próximas em idade precoce, mas nada mais ficou provado.






Lee Hadwin intitula-se de “sleep artist” na sua página do facebook e no seu site.
Até o próximo post...